Hospital Pediátrico descarta intoxicação alimentar após dezenas de estudantes apresentarem sintomas gastrointestinais
Um vírus altamente contagioso esteve na origem do mal-estar que levou cerca de três dezenas de alunos da Escola EB 2,3 Inês de Castro, em Coimbra, ao Hospital Pediátrico de Coimbra, afastando a hipótese inicial de uma intoxicação alimentar. A confirmação resulta de análises clínicas realizadas pela unidade hospitalar, que esclareceram a natureza do surto registado na comunidade escolar.
Numa fase inicial, suspeitou-se que os sintomas apresentados pelos alunos pudessem estar relacionados com uma intoxicação alimentar, cenário comum em situações de surgimento súbito de vómitos e indisposição em contexto escolar. No entanto, os resultados laboratoriais vieram confirmar que se tratou de um vírus com elevada capacidade de transmissão, responsável por episódios de vómitos e diarreia.
As autoridades de saúde estão agora a acompanhar a situação, avaliando a necessidade de medidas adicionais para conter a propagação do vírus dentro da escola e na comunidade envolvente. Este tipo de surtos é particularmente frequente em ambientes fechados e com grande concentração de pessoas, como estabelecimentos de ensino, exigindo cuidados reforçados de higiene e vigilância.
A escola manteve contacto permanente com os encarregados de educação e com as entidades de saúde, garantindo o acompanhamento dos alunos afetados. Até ao momento, não há indicação de casos graves, encontrando-se a maioria dos estudantes já em recuperação, após observação médica.
O caso continua em atualização, estando prevista a divulgação de mais informações oficiais ao longo das próximas horas. Entretanto, o vice-presidente da Câmara Municipal de Coimbra, Miguel Antunes, irá prestar esclarecimentos adicionais sobre a situação no Direto NDC, abordando as medidas adotadas e o ponto de situação na escola.




