Vice-presidente da Câmara de Lamego investigada por violência doméstica
Catarina Ribeiro, vice-presidente da Câmara Municipal de Lamego e vereadora da ação social, está a ser investigada por alegadas práticas de violência doméstica contra o marido. A polémica intensificou-se com a revelação de que a autarca recusou uma investigação conduzida pela Comissão de Proteção de Crianças e Jovens (CPCJ), uma entidade que não está sob sua tutela direta, mas que depende de fundos atribuídos pela Câmara Municipal de Lamego, através da sua vereação.
Investigação e recusa de cooperação
As autoridades estão a investigar as denúncias de violência doméstica, mas o comportamento de Catarina Ribeiro tem gerado críticas. A sua recusa em permitir que a CPCJ levasse a cabo uma investigação ao caso, enquanto mantém controlo sobre as verbas destinadas à entidade, levantou dúvidas sobre a independência e transparência na gestão dos fundos públicos.
Conflito de interesses?
Embora a CPCJ não esteja sob a tutela da vereação de Catarina Ribeiro, a sua influência sobre os fundos atribuídos à entidade cria um potencial conflito de interesses.
Reações e impacto político
A situação coloca o executivo da Câmara Municipal de Lamego sob escrutínio, com pressões para uma resposta clara sobre a continuidade de Catarina Ribeiro nas suas funções enquanto decorre a investigação. O caso também reacende debates sobre a ética na gestão pública e a responsabilidade de figuras com cargos de decisão.






