O engenheiro faz de tudo para conseguir falar com Isabel, mas a advogada não cede
Determinado a aproximar-se de Isabel, Sérgio encontra uma forma de a colocar frente a frente consigo sem lhe dar oportunidade de recusar o encontro. A estratégia, porém, tem o efeito oposto ao pretendido e deixa a advogada visivelmente desagradada.
Para concretizar a ideia, convence Mafalda a marcar uma reunião em nome de um suposto cliente. Embora a rececionista demonstre algum desconforto por estar a esconder a verdade aos patrões, acaba por aceitar ajudá-lo.
Sem imaginar o que a espera, Isabel dirige-se à sala de reuniões convencida de que vai receber um novo cliente. Mal entra na sala, percebe de imediato que tudo foi preparado por Sérgio para conseguir falar com ela.
Indignada, a advogada não esconde o desagrado e deixa claro que não aceita este tipo de comportamento.
“Se há coisa que não suporto é que façam troça de mim. E ainda menos que brinquem com o meu trabalho”, afirma.
Ao perceber que a estratégia falhou, Sérgio tenta justificar-se. Confessa que receava nem sequer ter oportunidade de conversar com Isabel e, por isso, decidiu recorrer àquele estratagema. Apesar da irritação, a advogada acaba por escutá-lo durante alguns minutos.
É então que o engenheiro revela que procura ajuda jurídica para recuperar o prejuízo causado por um cheque levantado por um burlão. Contudo, a conversa rapidamente deixa de se centrar apenas nesse assunto.
Quando Isabel diz que outro profissional do escritório poderá tratar do caso, Sérgio deixa claro que pretende ser representado precisamente por ela.
“Se eu quisesse outra, tinha pedido outra. Acontece que eu só a quero a si”, responde.
Perante a persistência de Sérgio, Isabel procura perceber o motivo dessa preferência. O engenheiro explica que conhece bem o seu trabalho, confia plenamente nas suas capacidades e admite que também está a seguir a sua intuição.
“Já a vi trabalhar. Sei o que a doutora Isabel vale. E, se esse motivo não for suficiente… olhe, é por fé”, afirma, conseguindo arrancar-lhe um sorriso.
Apesar de o ambiente se tornar mais leve por breves momentos, Isabel não muda de ideias. Recorda que existem interesses incompatíveis entre o escritório e a família Mendonça e considera que esse é um motivo suficiente para recusar o pedido.
“Eu não gosto de si! Além disso, este escritório e a sua família têm interesses conflituantes”, responde.
Sem sucesso, Sérgio reforça que está a agir apenas em nome pessoal e não em representação da família. Antes de abandonar o escritório, entrega-lhe o cartão de contacto e deixa uma última porta aberta.
“Para o caso de mudar de ideias…”, despede-se.
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