Sara Norte está oficialmente (quase) casada! A atriz e comentadora do programa “Passadeira Vermelha” subiu ao altar na passada quinta-feira, 1 de maio, com Vasco Vala, numa cerimónia emotiva e recheada de simbolismo — mas sem assinatura de papéis…
O pormenor não passou despercebido e gerou burburinho nas redes sociais, levando Sara a esclarecer tudo em direto esta segunda-feira, 5 de maio.
“Foi dito e anda toda a gente a perguntar se eu casei ou não casei”, começou por explicar a atriz, visivelmente tranquila perante os rumores. Fiel ao seu estilo descontraído e pouco convencional, Sara Norte afirmou:
“Eu sou um bocadinho diferente. Não gosto muito de regras, acho que já perceberam.”
Casamento simbólico… com assinatura marcada
Sara revelou que o casamento “oficial” ainda não aconteceu e só será formalizado durante a semana de 12 de maio. A decisão foi propositada:
“Não fazia sentido ter uma senhora no altar a dizer o meu contribuinte e a minha morada, naquele cenário bonito, com amigos e família.”
Assim, a cerimónia que protagonizou com Vasco Vala foi, para todos os efeitos emocionais e simbólicos, o verdadeiro casamento para o casal — com a oficialização legal a acontecer apenas nos bastidores, dias depois.
“Casamento a fingir”? Sara responde às críticas
Confrontada com comentários negativos nas redes sociais sobre o facto de ainda não ter assinado os documentos, Sara não se deixou abalar e respondeu com clareza e firmeza:
“Para mim, o casamento é muito mais do que um contrato. Celebrar o amor com os que nos são queridos é o mais importante.”
Sobre as acusações de ser um “casamento a fingir”, reagiu com desdém:
“Dizerem isso é só maldade. Dar 120€ ao Estado para um papel não é o que faz de nós mais ou menos casados.”
A atriz defende que o que realmente conta é a união perante quem os ama — e não os formalismos:
“Celebrar o amor à frente da nossa família e dos nossos amigos é o que importa. O resto é burocracia.”
Sara Norte volta assim a mostrar-se autêntica e sem filtros, como já habituou o público, mostrando que para amar e casar… nem sempre é preciso seguir o guião tradicional.





