Participante da SIC defende a sua postura no relacionamento com Elisabete e garante que não é um homem possessivo
Casados à Primeira Vista continua a dar que falar e um dos protagonistas mais comentados desta edição é Rui Pedro. O participante esteve esta quinta-feira no programa Casa Feliz, conduzido por Diana Chaves e João Baião, onde decidiu esclarecer várias polémicas relacionadas com o seu comportamento ao longo da experiência.
Durante a conversa, Rui Pedro falou abertamente sobre a relação com Elisabete e explicou que a sua forma de encarar os relacionamentos está profundamente ligada à educação que recebeu. “Tenho aquele feitio de dizer: ‘Isto é meu’. É muito da minha personalidade, mas não é de agressividade”, afirmou. O concorrente, nascido em 1974, sublinhou ainda que cresceu com “ensinamentos antigos”, o que influencia a sua visão mais tradicional sobre o papel do homem e da mulher numa relação.
O consultor imobiliário fez questão de afastar a ideia de que seja controlador ou possessivo. Segundo Rui Pedro, respeita totalmente a liberdade da companheira, mas considera que atualmente qualquer atitude masculina pode ser rapidamente interpretada de forma negativa. “Estamos numa era em que qualquer coisa que o homem diga é machismo”, lamentou, acrescentando que sente que os homens têm menos espaço para expressar a sua perspetiva sem serem alvo de críticas.
Outro dos momentos marcantes da entrevista foi a crítica dirigida aos especialistas do programa. Rui Pedro mostrou-se convicto de que existe uma tendência para favorecer as mulheres nas análises feitas em estúdio. “Acho que os especialistas defendem muito as mulheres e pouco os homens”, declarou, defendendo que muitas situações são avaliadas de forma desigual e que o ponto de vista masculino nem sempre é devidamente valorizado.
Apesar das controvérsias, Rui Pedro mantém-se firme no seu percurso em Casados à Primeira Vista e continua determinado em fazer resultar a relação com Elisabete. As suas declarações já estão a gerar intenso debate nas redes sociais, dividindo opiniões entre quem considera a sua postura demasiado conservadora e quem acredita que apenas expressa uma visão mais tradicional do amor e do compromisso.






