O apresentador da TVI revela os seus pensamentos sobre a paternidade, destacando que não vive sob pressão para constituir família, e que aceita a vida com tranquilidade, independentemente do que o futuro lhe reserva…
Aos 37 anos, Ruben Rua, um dos rostos mais conhecidos da televisão portuguesa, continua a surpreender com a sua serenidade e sabedoria ao falar sobre temas pessoais.
Em declarações exclusivas à SELFIE, o apresentador do programa Em Família abordou o seu desejo de ser pai, mas com uma atitude de aceitação, sem pressões ou expectativas rígidas.
“Se estiver no meu destino, é uma coisa que vai acontecer no tempo certo”, começa por afirmar Ruben Rua, destacando que acredita no curso natural da vida. Para ele, a paternidade é algo que pode ou não acontecer, mas que não dita a sua felicidade. “Eu não conheço o tempo certo. É o tempo que a vida vai trazer-me”, reflete o apresentador, mostrando-se aberto à ideia de ter filhos, mas sem sentir a necessidade urgente de o fazer.
Atualmente solteiro, Ruben admite que o sonho de ser pai pode parecer mais próximo quando se está numa relação, mas que essa distância, agora que não está comprometido, não lhe causa qualquer tristeza.
“Estando numa relação, o sonho pode tornar-se um bocadinho mais próximo. Não estando numa relação, o sonho fica um bocadinho mais distante”, explica, deixando claro que o facto de não estar numa relação não o afeta emocionalmente de forma negativa. “O facto de ele estar mais distante não me traz infelicidade nenhuma”, sublinha.
Essa abordagem leve e sem pressões é algo que tem caracterizado a postura de Ruben Rua em vários aspetos da sua vida. Para ele, viver o presente é o segredo para alcançar a tranquilidade, e o futuro trará o que estiver destinado.
“Se for pai, se tiver uma família, será maravilhoso. Se a minha vida passar por não ter uma família ou por não ser pai, maravilhosa será”, acrescenta com uma serenidade que é difícil de ignorar.
Ruben conclui que, caso o seu destino não inclua a paternidade, aceitará essa realidade de forma pacífica.
“Se não estiver no meu destino, aceito a minha vida com a máxima tranquilidade. Não vou ficar triste”, finaliza, mostrando que, apesar do desejo de ser pai, está em paz com qualquer desfecho que a vida lhe trouxer.
Com esta abordagem descomplicada e focada no presente, Ruben Rua serve de exemplo para muitos que se debatem com a pressão social para cumprir determinados “prazos” de vida, seja no que diz respeito à constituição de uma família ou a outros marcos pessoais.






