O comportamento de Rodrigo Castelhano na “1.ª Companhia” voltou a estar em análise no Extra, desta vez com uma nova perspetiva trazida por Romana…
A cantora, que participou no formato há cerca de 20 anos, recorreu à sua experiência pessoal enquanto recruta militar para contextualizar as atitudes mais autoritárias do manequim, afastando a ideia de que se trate de uma questão de carácter.
Segundo Romana, o ambiente exigente da caserna, aliado à privação de conforto e à pressão psicológica constante, tem o poder de transformar as pessoas e revelar traços inesperados da personalidade. Para a artista, Rodrigo está a sentir o peso dessas circunstâncias, o que poderá estar a afastá-lo da sua essência mais leve e descontraída.
“É normal, porque nós estamos ali privados de muito conforto a que estamos habituados. Acabamos por descobrir coisas em nós que nem sabíamos que existiam. O Rodrigo é uma pessoa fantástica, divertida, bem-disposta. Agora, se ele se focar em aspetos menos positivos, isso acaba por se tornar a sua realidade e por o afastar um pouco da própria essência”, explicou Romana.
Apesar desta leitura mais compreensiva, Gonçalo Quinaz manteve uma posição crítica. Para o comentador, a liderança temporária não justifica uma mudança tão abrupta de atitude, sobretudo no que diz respeito à forma como Rodrigo passou a olhar para Filipe Delgado. Quinaz defendeu que, se já existia desconforto ou discordância, essa posição deveria ter sido assumida desde o início, e não apenas quando assumiu o papel de recruta da semana.
“Não é obrigatório o recruta da semana chamar a atenção a quem quer que seja. Se ele já não se revia neste comportamento antes, podia ter falado mais cedo. Não precisava deste cargo para marcar posição”, sublinhou.
A análise ganhou um novo contorno com a intervenção de Inês Simões, que apontou a influência de Andrea Soares como um fator determinante na mudança de postura de Rodrigo. Para a comentadora, as conversas de bastidores terão tido um peso significativo, com Andrea a funcionar como elemento instigador.
Inês Simões defendeu que Andrea tem semeado dúvidas e ideias que levam Rodrigo a observar Filipe Delgado com maior desconfiança, sobretudo devido ao receio de castigos coletivos. Na sua opinião, esta dinâmica acabou por empurrar Rodrigo para uma atitude mais preventiva e repressiva, em contraste com a sua natureza habitualmente descontraída.
No final, o painel concordou que o comportamento de Rodrigo Castelhano resulta de uma combinação de pressão psicológica, medo das consequências para o grupo e influência externa, criando uma versão mais rígida do concorrente que continua a dividir opiniões dentro e fora da “1.ª Companhia”.






