Atriz responde a críticas e destaca a importância da empatia num momento de dor
A morte de Almeno Gonçalves, ocorrida na madrugada de 27 de novembro, deixou o mundo artístico profundamente abalado. O ator, que lutava contra um cancro do cólon, não resistiu e morreu no Hospital São Francisco Xavier, em Lisboa. Desde então, as redes sociais têm sido inundadas por homenagens, recordações e mensagens de tristeza — incluindo as de Rita Salema, ex-mulher do ator e mãe da sua filha, Francisca, de 33 anos. No meio do carinho recebido, a atriz também enfrentou críticas relacionadas com o passado da relação, levando-a a quebrar o silêncio com uma reflexão poderosa.
Rita Salema decidiu usar a sua conta de Instagram para deixar um desabafo sentido, partilhando a imagem de um coração acompanhada de um texto que rapidamente se tornou viral. A atriz, visivelmente tocada pelas reações dos últimos dias, destacou que o mundo continua a ser movido por pessoas “com o coração cheio de amor para dar”, elogiando aqueles que, mesmo à distância, enviaram palavras de força e apoio num momento tão delicado. Esta mensagem surgiu como resposta subtil, mas firme, aos comentários menos positivos que recebeu após a morte de Almeno Gonçalves.
Na sua reflexão, Rita lamentou a forma como as pessoas “más” acabam por ganhar mais visibilidade do que as “boas”, sublinhando que o negativismo tende a chamar mais atenção nas redes sociais. No entanto, reforçou que acredita profundamente que a maioria das pessoas é composta por indivíduos generosos e empáticos, ainda que menos ruidosos. Para a atriz, é essa bondade discreta que sustenta o mundo e que faz a diferença nos momentos de perda e fragilidade.
Rita Salema terminou a sua mensagem com um agradecimento emocionado, reforçando que, apesar da tristeza que atravessa, se sente amparada pelo carinho que lhe tem chegado. A sua reflexão tornou-se um apelo à empatia e ao respeito, lembrando que o luto é um processo íntimo e que as críticas públicas apenas intensificam a dor. A homenagem, carregada de verdade e sensibilidade, não só honra a memória de Almeno Gonçalves como também convida o público a privilegiar a compaixão sobre o julgamento.
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