Concorrentes falaram em “missão secreta”, mas saída esteve ligada a um dever cívico fora do quartel
A madrugada deste domingo, 1 de fevereiro, ficou marcada por um momento inesperado na “1ª Companhia”, o reality show da TVI que tem mantido os espectadores colados ao ecrã. Depois de dias intensos de provas físicas, tensão provocada pelo aviso de mau tempo e a pressão de um espetáculo apresentado aos instrutores, os recrutas voltaram a viver uma situação fora do comum: uma saída temporária da base militar durante a noite.
A movimentação começou a ser percebida ainda no sábado, quando alguns concorrentes conversavam de forma discreta, quase em “código”, sobre uma alegada “missão secreta”. A curiosidade dos fãs aumentou quando Filipe Delgado questionou a logística do dia seguinte: “Mas amanhã não vamos votar?”. A resposta de Soraia Sousa acabou por levantar o véu sobre o mistério: “Vais votar de direta”, atirou, deixando claro que a saída estava relacionada com um compromisso fora do jogo.
Também Nuno Janeiro entrou na brincadeira, referindo-se à situação como se se tratasse de uma verdadeira operação militar. “Ainda por cima amanhã vamos acordar mais cedo para ir em ‘missão secreta’”, comentou o ator, mantendo o tom enigmático. A conversa rapidamente gerou burburinho entre os espectadores mais atentos, que perceberam que algo diferente estava prestes a acontecer naquela madrugada dentro do formato televisivo.
O motivo da “fuga” da base não esteve ligado a qualquer castigo ou reviravolta no jogo, mas sim ao voto antecipado nas eleições presidenciais. Esta é, aliás, uma prática habitual nos reality shows da TVI, que garante que os concorrentes podem exercer o seu direito de voto mesmo estando em isolamento. Após cumprirem o dever cívico, os recrutas regressaram de imediato à base, retomando a rotina militar e a competição que continua a dar que falar entre os fãs do programa.
Pode ver o momento aqui.
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