Dica anónima levou GNR a alertar a PJ; Unidade Nacional de Contraterrorismo assumiu o inquérito
A Polícia Judiciária (PJ) está a investigar o desaparecimento de Maria Custódia Amaral, filha da atriz Delfina Cruz, depois de uma dica anónima ter levantado a suspeita de um possível sequestro. A informação foi inicialmente recebida pela GNR, na zona da Lourinhã, na noite de quarta-feira, e comunicada de imediato às autoridades judiciárias. (Saiba mais informações, aqui.)
Segundo foi apurado, o alerta indicava que a agente imobiliária poderia ter sido privada da liberdade, o que levou à ativação dos meios especializados da PJ. Face à gravidade do cenário, o caso passou para a alçada da Unidade Nacional de Contraterrorismo (UNCT), responsável pela investigação de crimes como sequestro, rapto e extorsão.
Maria Custódia Amaral encontra-se desaparecida há vários dias, tendo sido dado como sinal preocupante o facto de ter falhado compromissos profissionais e de manter o telemóvel desligado, algo considerado invulgar por pessoas próximas. Até ao momento, não foi divulgado qualquer pedido de resgate nem contactos por parte de eventuais suspeitos.
As autoridades mantêm a investigação sob forte sigilo, procurando confirmar a veracidade da informação anónima e apurar se existem indícios concretos de crime. Estão a ser analisados movimentos recentes, contactos telefónicos e possíveis deslocações da desaparecida, bem como recolhidos testemunhos que possam ajudar a reconstruir os últimos passos conhecidos.
A família permanece em grande angústia, aguardando desenvolvimentos do inquérito. A PJ apela a que qualquer pessoa com informações relevantes contacte de imediato as autoridades, sublinhando que todas as hipóteses continuam em aberto enquanto decorrem as diligências no terreno.





