Polémica em torno de Manuel Melo continua a gerar debate no Diário da 1.ª Companhia…
Nuno Eiró moderou um debate intenso entre os comentadores, centrado na repetição da imitação feita pelo ator — uma situação que acabou por ferir suscetibilidades devido à história familiar de Noélia Pereira.
O apresentador começou por sublinhar que Manuel Melo se sentiu “na obrigação de justificar aquilo que já tinha justificado antes”, levantando a questão sobre se tal seria realmente necessário. Romana saiu prontamente em defesa do ator, considerando que não houve qualquer intenção ofensiva: “Todos percebemos aqui que não tinha sido com essa intenção. A Noélia transportou aquilo para um lado pessoal, familiar, e isso marcou-a”.
Inês Simões destacou a atitude de Noélia, elogiando a forma como lidou com o momento sem recorrer a uma vitimização excessiva. “Senti que o Manuel Melo se sentiu muito mais na obrigação de justificar, dizendo inclusive que foi um momento parvo. Mas acho que a Noélia poderia ter potenciado muito mais esta situação e não o fez”, afirmou.
A comentadora discordou ainda da leitura feita por Andrea, que acusou a algarvia de procurar protagonismo. “Acho que a Andrea não tem razão. A Noélia sabe onde estão as câmaras, sabe posicionar-se, mas também tem perfeita noção do programa em que entrou”, defendeu.
Já Cândido Pereira apresentou uma perspetiva diferente, alinhando parcialmente com Andrea quanto à postura geral de Noélia no jogo. Embora tenha reconhecido que, neste caso específico, a concorrente não agiu por maldade, considerou que a sua estratégia é assumidamente calculada. “Que a Noélia faz tudo o que puder para aparecer, não tenho a menor dúvida. Está ali para ganhar. Concordo com a Andrea, sim, mas nesta situação, não”, frisou.
O comentador atribuiu ainda alguma responsabilidade a Manuel Melo por insistir na brincadeira, considerando que o ator “pôs ali um bocadinho o pé na argola”, mas não deixou de apontar também a influência de Andrea, que terá incentivado a repetição da imitação.
No final do debate, o painel foi praticamente unânime em considerar que não existiu qualquer intenção maldosa por parte do ator. Nuno Eiró encerrou o tema sublinhando que não se tratou de um momento de más intenções, mas sim de uma situação infeliz que acabou por ganhar maior dimensão do que o esperado.






