O coro de críticas a Pedro Barroso voltou a intensificar-se no programa “1.ª Companhia – Fim de Semana”, com Isabel Figueira e Cândido Pereira a juntarem-se a Adriano Silva Martins na condenação da atitude do ator durante o confronto com o recruta Rui…
A análise das imagens, feita ao detalhe, levou os comentadores a apontarem uma reação exagerada e até agressiva por parte de Pedro Barroso.
Sem rodeios, Isabel Figueira concordou com a leitura já feita por Adriano Silva Martins e foi clara ao inverter os papéis de vítima e agressor:
“Totalmente. Acho esta reação exagerada. Se alguém foi agressivo, foi o Pedro.”
A comentadora fez ainda questão de sublinhar um pormenor que, segundo as imagens, desmonta qualquer acusação de ataque físico por parte de Rui:
“Estamos a ver novamente o momento em que o Rui puxa o braço do Pedro e pede imediatamente desculpa. Estava a tentar corrigir uma posição.”
Visivelmente incomodada, Isabel Figueira criticou também a postura altiva do ator e o tom usado na conversa, apontando expressões faciais e atitudes que considerou excessivas:
“Não gostei desta conversa, não gostei do tom. Achei isto demasiado agressivo”, afirmou, referindo-se à frase de Pedro sobre “não gastar energia”.
A análise subiu ainda mais de tom quando Isabel acusou Pedro Barroso de se aproveitar da fragilidade emocional de Rui para controlar a situação:
“Estamos a falar de um Rui inseguro e houve ali alguma manipulação, uma condução da conversa.”
Já Cândido Pereira encerrou o debate apontando o que considera ser uma contradição evidente no comportamento do ator, lembrando o discurso de união que Pedro tem defendido desde o início do programa:
“Um recruta que desde o dia 1 apela à união do grupo e depois tem este tipo de atitudes para com um colega não faz sentido rigorosamente nenhum.”
A conclusão do comentador foi dura e direta:
“É pregar para os outros fazerem e ele não faz.”
As críticas públicas colocam Pedro Barroso numa posição cada vez mais delicada dentro da 1.ª Companhia, levantando dúvidas sobre a coerência entre o seu discurso e as atitudes demonstradas no quartel, numa fase em que a pressão e o escrutínio do público aumentam.






