Ontem tivemos a maior noite do cinema mundial e, esta manhã, a pergunta que todos fazemos é: Quem foram os vencedores dos Óscares 2025?
A 97ª edição dos Óscares consagrou “Anora” como o grande vencedor da noite, com cinco estatuetas, incluindo Melhor Filme, Melhor Realizador e Melhor Atriz. O filme, que narra a história de uma prostituta que se casa com um jovem oligarca russo, surpreendeu ao superar as expectativas e conquistar os principais prémios da noite.
Sean Baker, o director de “Anora”, tornou-se a primeira pessoa a ganhar quatro Óscares com um único filme. Walt Disney já tinha ganho quatro prémios numa uma única noite, em 1953, mas por quatro filmes diferentes.
Brasil fez História com “Melhor Filme Internacional”, mas queríamos mais
O filme brasileiro “Ainda Estou Aqui”, dirigido por Walter Salles, conquistou o Óscar de Melhor Filme Internacional, um marco histórico para o cinema brasileiro. Fernanda Montenegro, infelizmente, não recebeu o Oscar para “Melhor atriz”.

“Emilia Pérez” e Outros Destaques
“Emilia Pérez”, apesar das múltiplas nomeações, arrecadou apenas duas estatuetas: Melhor Atriz Secundária (Zoe Saldaña) e Melhor Música Original acabando por se revelar um dos derrotados da noite. Se a derrota se deve ou não às mais recentes polémicas que envolviam uma das atrizes principais, só o tempo o confirmará. Outros destaques da noite incluem os prémios para “O Brutalista”, “Dune: Parte Dois” e “Wicked”.
Mas entre tantos nomeados para os Óscares 2025, terão sido estas as melhores escolhas?
Mas quem foram os vencedores dos Óscares 2025?
Para que saiba quem foram os vencedores nesta noite dos Óscares 2025, trazemos-lhe a Lista Completa dos Vencedores dos Óscares 2025:
- Melhor Filme: “Anora”, de Sean Baker
- Melhor Realizador: Sean Baker, “Anora”
- Melhor Atriz: Mikey Madison, “Anora”
- Melhor Ator: Adrien Brody, “O Brutalista”
- Melhor Ator Secundário: Kieran Culkin, “Uma Verdadeira Dor”
- Melhor Atriz Secundária: Zoe Saldaña, “Emilia Pérez”
- Melhor Argumento Original: Sean Baker, “Anora”
- Melhor Argumento Adaptado: Peter Straughan, “Conclave”
- Melhor Fotografia: Lol Crawley, “O Brutalista”
- Melhor Caracterização: Pierre-Olivier Persin, Stéphanie Guillon e Marilyne Scarselli, “A Substância”
- Melhor Som: Gareth John, Richard King, Ron Bartlett e Doug Hemphill, “Dune: Parte Dois”
- Melhor Montagem: Sean Baker, “Anora”
- Melhor Música Original: “El Mal”, de Clément Ducol, Camille e Jacques Audiard, “Emilia Pérez”
- Melhor Banda Sonora Original: Daniel Blumberg, “O Brutalista”
- Melhor Design de Produção: Nathan Crowley e Lee Sandales, “Wicked”
- Melhor Guarda-Roupa: Paul Tazewell, “Wicked”
- Melhores Efeitos Especiais: Paul Lambert, Stephen James, Rhys Salcombe e Gerd Nefzer, “Dune: Parte Dois”
- Melhor Documentário: “No Other Land”, de Basel Adra, Rachel Szor, Hamdan Ballal e Yuval Abraham
- Melhor curta-metragem documental: “The Only Girl in the Orchestra”
- Melhor curta-metragem: “I’m not a robot”, de Victoria Warmerdam e Trent
- Melhor curta-metragem de animação: “In the Shadow of the Cypress”, de Shirin Sohani e Hossein Molayemi
- Melhor longa-metragem de animação: “Flow- à deriva”, de Gints Zilbalodis, Matīss Kaža, Ron Dyens e Gregory Zalcman
- Melhor Filme Internacional: “Ainda estou aqui”, de Walter Salles
Numa noite de Óscares, cada vez mais politicamente correta e “controlada”, não deixaram de existir algumas surpresas bem como muitas confirmações. Concorda com os prémios de 2025 ou, na sua opinião, alteraria os respetivos vencedores e vencidos?






