Ator Nuno Pardal denuncia má gestão de peça e alegado incumprimento de pagamentos…
O nome do ator e encenador Manuel Wiborg volta a estar envolvido em polémica. Após acusações de alegadas agressões feitas pela ex-companheira Sylvie Rocha, referentes a 2020, surge agora uma nova denúncia relacionada com a gestão de uma peça de teatro.
Nuno Pardal, que aceitou integrar o elenco da produção encenada por Wiborg, relatou problemas desde o início: os ensaios começaram sem texto definido, com o encenador a escrever em paralelo com um farmacêutico que só poderia concluir a adaptação semanas depois. Faltando dois meses para a estreia, o elenco ainda não tinha o material necessário, o que levou a questionar a continuidade do projeto.
Segundo Pardal, Manuel Wiborg “simplesmente foi eliminando o elenco, sem justificação alguma” e chegou a despedir os atores através de mensagens de WhatsApp. Além disso, o encenador terá recebido um subsídio público, mas não pagou integralmente os colegas: “A meu ver, ele tem uma responsabilidade enquanto artista em Portugal. Não deveria em tempo algum ter feito o que fez com colegas profissionais. Não sei, sinceramente, o que é que se passou. Sei que era para o [Teatro] São Luís, que ele recebeu um subsídio, que não pagou na totalidade e que eu não falhei em nada“.
Nuno Pardal acrescentou que só recebeu parte do pagamento após confrontar Manuel Wiborg, reforçando a alegação de incumprimento deliberado: “Não pagou a ninguém. Pagou-me a mim, apenas parte, não pagou tudo“.
Este novo episódio coloca Wiborg novamente sob escrutínio público e suscita debates sobre ética e responsabilidade profissional no teatro português, especialmente no que diz respeito ao cumprimento de contratos e respeito pelos colegas de profissão.






