Numa entrevista à “Nova Gente”, a melhor amiga de Bruno Savate acabou por falar da relação dele com Joana.
“Ele, às vezes, falava comigo e chegou a dizer que tinha saudades, eu dizia que mais valia estar com saudades do que andar por ali a ‘bater com a cabeça nas paredes’. Nunca incentivei a separação, tenho a consciência super limpa em relação a isso“, afirmou.
Refere então que nunca tentou separar o Savate de Joana: “Houve outras coisas que ela diz que fez para me testar… Ela vê maldade onde não existe, é isto que me deu a entender…”
“As pessoas não têm noção do que é saber das incoerências e não as poder dizer ou não as querer dizer. Porque aos olhos da sociedade, uma mulher que está a chorar dá a ideia de que é a maltratada e não foi isso que aconteceu. Ele era frio com ela e não lhe dizia nada porque ele próprio tinha medo daquilo que ele pudesse dizer…”.
“Ele não podia dizer exatamente aquilo que ele sente, porque aquilo que ele sente não é bom. Aquela pessoa fez-lhe mal dentro do jogo. Podia tudo ter acabado tão bem, sem ressentimentos. Sem haver tanta confusão, tanta incoerência, tanta mentira. Eu sou uma pessoa que não posso com mentira, o Savate é igual a mim, também não aguenta a mentira. E foi isso que o desestabilizou”, concluiu.






