O estilista italiano Giorgio Armani morreu esta madrugada aos 91 anos.
Considerado um dos nomes mais influentes da moda mundial, tinha recentemente falhado, pela primeira vez na carreira, um desfile em junho devido a problemas de saúde.
Morreu hoje Giorgio Armani, aos 91 anos, um dos mais influentes estilistas da história da moda. Criador de um império que ultrapassou as passerelles, construiu uma marca global que se estendeu ao design, hotelaria e restauração.
Fundou linhas icónicas como Emporio Armani, Armani Jeans, Armani Exchange e Armani Junior, às quais juntou mais tarde novos ramos de negócio, entre eles a Armani Casa, Armani Dolci, Armani Caffé, Armani Fiori, Armani Hotels e Armani Ristorante.
Em 2018, a companhia estava avaliada em mais de 5,9 mil milhões de euros, com a marca Giorgio Armani sozinha a representar cerca de 2,9 mil milhões.
Após a morte do parceiro e cofundador Sergio Galeotti, em 1985, Armani assumiu o grupo como único acionista. Essa independência financeira, como destacava a consultora Martin Roll, foi decisiva para expandir o universo da marca sem pressões externas.
Até ao fim, Giorgio Armani manteve-se como rosto e força criativa da sua casa. Com uma filosofia de elegância intemporal e atenção ao detalhe, resumiu a sua visão numa frase que guiou toda a carreira: “Paixão. Risco. Tenacidade. Consistência.”






