A apresentadora explicou o contexto da conversa captada durante a investigação e rejeitou qualquer ligação a uma rede de exploração sexual
Maya está no centro das atenções depois de ter sido mencionada numa investigação relacionada com o caso ‘Elefante Branco’, um clube de alterne situado em Lisboa. A apresentadora e taróloga foi apanhada numa escuta realizada em abril de 2023, na qual terá pedido ajuda ao proprietário do espaço para a empresária Paula Nabais.
Segundo a informação divulgada, Maya terá contactado o proprietário para ajudar a organizar um jantar para um amigo de Paula Nabais que “queria companhia”. Perante a notícia, a apresentadora decidiu reagir publicamente e esclarecer a sua versão dos acontecimentos.
“Não há aqui qualquer acusação ou participação minha em qualquer rede de tráfico ou de exploração”, afirmou Maya. A apresentadora explicou ainda: “Fui eu a fazer um telefonema a uma pessoa para que outra pessoa pudesse marcar um jantar. Portanto, não há qualquer incentivo meu ou responsabilidade criminal.”
Maya garantiu também que nunca pactuaria com situações relacionadas com prostituição ou exploração sexual. Recordou que trabalhou como relações públicas em 2019, atividade que mantém juntamente com o trabalho como taróloga e apresentadora. Sobre a chamada em causa, classificou-a como “irrelevante” e afirmou estar disponível para prestar esclarecimentos caso seja chamada como testemunha. No processo, Luís Torres e Pedro Gameiro estão acusados de vários crimes, entre eles 98 crimes de tráfico de pessoas para exploração sexual, segundo a informação divulgada.






