A interpretação de “Andorinhas”, de Ana Moura, valeu a Matilde e Mikael Lopes um lugar na equipa de Anselmo Ralph e a passagem à fase seguinte do ‘The Voice Gerações’
A segunda ronda de provas cegas do ‘The Voice Gerações’ voltou a proporcionar uma noite repleta de talento, emoção e cumplicidade na RTP1. Ao longo da emissão, familiares, amigos e colegas subiram ao palco para impressionar os mentores e garantir um lugar na próxima fase da competição.
Entre regressos ao formato, estreias e interpretações que deram origem a disputas entre os mentores, não faltaram momentos marcantes que prenderam a atenção do público.
The Voice Gerações: primeiras prestações deram o mote para uma noite de emoção
A abrir a emissão estiveram os Mountain Valley, uma banda formada por pai e filhos que já conta com temas originais. Embora não tenham conseguido virar qualquer cadeira, receberam elogios do painel de mentores, que destacou a qualidade da prestação do grupo e incentivou os seus elementos a continuar a apostar na música.
Quem também regressou ao formato foi Linne, concorrente da última edição de ‘The Voice Portugal’. Desta vez apresentou-se ao lado da irmã, Mizaela, numa atuação que despertou o interesse de vários mentores e originou uma disputa entre equipas. No final, Anselmo Ralph foi o mentor escolhido pela dupla.
Seguiram-se Sarah e Noah, irmãos de apenas 10 e 7 anos, que protagonizaram um dos momentos mais emotivos da noite. A cumplicidade demonstrada em palco sensibilizou os mentores e garantiu-lhes um lugar na equipa de Marisa Liz, assegurando a continuidade na competição.
Já Sérgio Alves e Laura Delgadinho, professor e aluna, mostraram a forte ligação construída através da música. Apesar de nenhuma cadeira ter virado, receberam palavras de reconhecimento pela entrega, dedicação e qualidade demonstradas em palco.
Vindos de Alcobaça, os Hey T destacaram-se pela harmonia vocal e pela energia demonstrada em palco. O desempenho convenceu Gisela João, que decidiu integrar o grupo na sua equipa.
The Voice Gerações: reta final das provas cegas ficou marcada por grandes decisões
Matilde e Mikael Lopes interpretaram “Andorinhas”, de Ana Moura, numa prestação carregada de emoção que lhes garantiu um lugar na fase seguinte. No final da atuação, Anselmo Ralph foi o mentor que assegurou a dupla na sua equipa.
Os Artéria também deram nas vistas com uma atuação cheia de energia, protagonizando uma das disputas mais intensas da emissão. O episódio ficou ainda marcado pelo bloqueio utilizado por Marisa Liz sobre Mickael Carreira, antes de a banda optar por integrar a equipa da cantora.
Foi depois a vez de Catarina e Rafael subirem ao palco. A dupla convenceu Gisela João com a sua interpretação. O momento tornou-se ainda mais especial com a entrada surpresa de Augusto Canário, que se juntou aos concorrentes em palco.
A fechar a emissão estiveram os Estrelinhas, grupo composto por participantes com idades entre os 10 e os 40 anos. Depois de terem ficado pelo caminho nesta fase da edição anterior, regressaram determinados e conseguiram virar as quatro cadeiras dos mentores. Após ouvirem as propostas, decidiram integrar a equipa de Mickael Carreira.
Terminada a segunda ronda de provas cegas, o ‘The Voice Gerações’ voltou a destacar histórias de talento, cumplicidade e união entre diferentes gerações através da música. O concurso regressa no próximo domingo, às 21h15, na RTP1.






