A atriz Mariana Monteiro viveu um verdadeiro pesadelo no último ano, após ser alvo de perseguição por parte de um homem que dizia ser seu namorado…
O caso foi amplamente divulgado na altura pelo Jornal de Notícias, que reportou que a atriz teve de recorrer às autoridades depois de um episódio em que o indivíduo se apresentou publicamente como seu companheiro, afirmando que a relação teria terminado recentemente.
Esta situação perturbadora levou Mariana a formalizar uma queixa contra o suspeito, que acabou por ser condenado esta terça-feira, 12 de novembro.
O perseguidor, agora condenado, recebeu uma pena de internamento de segurança máxima de quatro anos, não apenas pela perseguição à atriz, mas também por uma série de crimes graves, incluindo coação contra órgão constitucional e injúria agravada.
De acordo com a CMTV, o homem terá proferido ameaças de morte contra uma juíza, relacionando-as com uma disputa em torno do seu próprio filho, e difamou-a em várias ocasiões.
A situação tornou-se ainda mais alarmante quando o homem tentou forçar a entrada no Tribunal de Matosinhos, onde agrediu um segurança que o impediu de aceder ao edifício.
Este comportamento violento e repetitivo reforçou a necessidade de uma medida de segurança rigorosa, levando o tribunal a decretar o internamento por um período de quatro anos.
De acordo com o programa Investigação CM, o indivíduo partilhava nas redes sociais fotos ao lado de Mariana Monteiro, fazendo publicações que sugeriam um relacionamento inexistente.
Além disso, o perseguidor conseguiu furar uma barreira de segurança para entrar numa área reservada durante um evento público, onde voltou a declarar-se publicamente como namorado da atriz.
Estes incidentes criaram uma situação de receio constante, forçando Mariana Monteiro a procurar a proteção da lei.
A condenação do indivíduo representa um alívio para a atriz, que poderá agora retomar a sua vida sem receio de novas aproximações.
O caso também lança luz sobre a importância de uma resposta judicial eficaz para proteger figuras públicas e qualquer cidadão que seja vítima de perseguição e ameaças.






