Liliana Oliveira e Fábio Pereira estiveram esta quarta-feira, 28 de janeiro, no programa Dois às 10, da TVI, onde fizeram revelações preocupantes sobre o período pós-Secret Story 9…
O casal, que se conheceu e apaixonou no reality show, confessou estar a ser alvo de ameaças de morte desde que saiu da “casa mais vigiada do País”.
Em conversa com Cristina Ferreira, Liliana assumiu que este é o aspeto mais difícil de lidar depois da exposição mediática. “É o que custa mais”, afirmou, revelando que as mensagens ameaçadoras chegam “todos os dias”. Fábio Pereira acrescentou um episódio particularmente perturbador: durante a viagem de regresso de Paris, onde realizaram a primeira escapadinha a dois, alguém chegou a escrever que rezava “para que o avião caísse”.
Na sequência das declarações televisivas, Liliana Oliveira recorreu às stories do Instagram para emitir um comunicado emotivo, no qual denunciou o clima de ódio de que tem sido alvo. “Participar num jogo nunca deveria justificar ódio. Entrei numa casa para viver uma experiência, para jogar, errar, aprender”, começou por escrever, sublinhando que nunca pretendeu ser perfeita nem deixar de ser vista como pessoa.
A ex-concorrente revelou receber “mensagens de ódio, insultos e até desejos de morte”, algo que considera inadmissível, sobretudo por acontecer “por causa de um jogo” e de uma narrativa construída a partir de imagens parciais. “Sou humana. Tenho limites”, frisou.
Liliana foi ainda clara ao falar sobre a relação com Fábio, garantindo que o sentimento que os uniu foi genuíno. “Apaixonar-me não é um erro. Não foi estratégia, não foi encenação. Foi real. Sentir nunca será um crime”, afirmou, lembrando que o contexto intenso de um reality show amplifica emoções, mas não invalida a sua autenticidade.
No final do desabafo, deixou uma reflexão contundente sobre os efeitos da exposição pública: “Foi um jogo, sim. Mas sentimentos não obedecem a regras nem a câmaras. Ninguém é só aquilo que aparece na televisão. Ninguém merece ódio por ser imperfeito, por não agradar, por viver”. E concluiu com um apelo à empatia: “O ódio não é opinião. As palavras têm impacto. Antes de qualquer rótulo, existe uma pessoa. E isso nunca deveria ser esquecido.”
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