Greve dos funcionários judiciais causa adiamento do confronto judicial entre a SIC e Cristina Ferreira, que agora ocorrerá em novembro. Batalha legal iniciada há três anos continua sem acordo.
O confronto entre a SIC e a apresentadora Cristina Ferreira, devido à quebra de contrato, estava programado para começar em 21 de junho, mas foi adiado e será remarcado para novembro.
As greves têm tido impacto em todo o país e são a causa do adiamento do início do julgamento entre a SIC e Cristina Ferreira. O início das audiências em tribunal estava marcado para 21 de junho, mas foi suspenso devido à greve dos funcionários judiciais, segundo o site “Fama ao Minuto”, que cita o portal Citius.
A batalha entre a estação de televisão e a apresentadora começou há três anos e parece longe de acabar. Com o julgamento em pausa, será remarcado para novembro.
O ano de 2020 é o marco inicial deste confronto, quando Cristina Ferreira rescindiu o contrato em vigor com a SIC para regressar à TVI, onde já havia trabalhado anteriormente.
A SIC exige à apresentadora 12,3 milhões de euros por quebra de contrato, um valor que Cristina não está disposta a pagar. Como ambas as partes não chegaram a um acordo, o assunto será resolvido em tribunal.
Inicialmente, a empresa de Francisco Pedro Balsemão exigia cerca de 20 milhões de euros, mas o valor foi reduzido em abril deste ano, com base no fato de que a perda de receitas durante o contrato não foi tão alta quanto o previsto.
Com o julgamento suspenso, as alegações finais, que estavam programadas para 7 de julho, também serão adiadas. A greve que causou o adiamento da audiência em tribunal começou em 29 de maio e irá até 14 de julho.






