Depois das recentes declarações de Luciana Lima, ex-agente de José Castelo Branco, no programa “Passadeira Vermelha”, da SIC Caras, e das acusações de David Motta sobre alegadas dívidas de água e luz do apartamento de Nova Iorque, o marchand d’art decidiu reagir publicamente…
O socialite começou por dizer que falava “depois de mais mentiras, de mais invenções”, e esclareceu vários pontos sobre as polémicas em torno da saúde e da vida financeira de Betty Grafstein.
“Sobre a conta do hospital que tanta confusão fez naquele programa, eu vou-vos esclarecer: quando a Betty foi comigo para Portugal, o Roger [filho de Betty] fez um seguro de saúde para a mãe. No dia 13 de março, ela foi às urgências da CUF, saiu, foi para o batizado, esteve bem durante uns dias até voltar a piorar — e mais uma vez era o problema do sódio. O sódio traz alucinações, confusões mentais”, explicou.
José Castelo Branco aproveitou para reforçar o seu sentimento pela ainda mulher:
“Durante 30 anos, a minha Betty foi muito amada por mim, e o meu amor continua incondicional. Estou aqui pronto para, quando ela quiser, a receber e ajudar — pelo menos para morrer com a dignidade que ela merece e não da forma como está a ser tratada.”
O marchand também esclareceu o polémico tema da tutela de Betty Grafstein, exibindo documentos que, segundo ele, comprovam a verdade:
“Em 2010, a Betty começou um processo com o filho que se chama power of attorney. A Luciana Lima dizia que eu era o tutor — pois não sou. Quem é o tutor da Betty, desde 31 de agosto de 2011, é o Roger. Todo o processo começou em 2010. Mas, em 2018, a Betty deu-me uma procuração com plenos poderes.”
Castelo Branco voltou ainda a falar naquilo que considera uma “cabala preparada e organizada” pelo filho de Betty:
“Já o perdoei, mas ele esperou 15 anos para finalmente conseguir separar-me da mãe. E a melhor forma de o fazer foi criar um escândalo que me destruísse em Portugal e nos Estados Unidos — e, em parte, teve alguma vitória.”
O socialite também deixou críticas a outras pessoas envolvidas:
“Arranjou uma aliada, que foi a Marcella [Fernandes]. E aparece-me neste ramalhete uma criatura saída do Canadá, bonita, com 1,80m, que veio cá a casa com uma mini-saia dois ou três centímetros abaixo da cuequinha. Eu e a Betty ficámos em pânico. Era uma fã. E a jogada da Luciana Lima, a grande agente e empresária da Betty, é tudo mentira.”
Por fim, José Castelo Branco afirmou que apenas quis “recordar determinados pormenores” e desmentir que Luciana Lima tivesse custeado as viagens ou acompanhamento de Betty Grafstein:
“Ela não veio do bolso dela. Saiu de Toronto e foi diretamente para Lisboa, e nós de Nova Iorque para Lisboa. Nessa mesma viagem, a Betty teve graves problemas de saúde — pensei até que tivesse tido uma trombose venosa.”
O marchand d’art garantiu que continuará a defender o seu nome e a memória da relação com Betty, reforçando que “a verdade virá sempre ao de cima”.






