Rosto histórico do evento não integra nova edição, mas garante apoio à RTP e promete marcar presença na plateia
José Carlos Malato não fará parte do Festival da Canção 2026, uma ausência que o próprio admite sentir com alguma tristeza, mas também com compreensão. Em declarações à TV Guia, o apresentador da RTP revelou ser um verdadeiro apaixonado pelo evento e assumiu que continuará a acompanhá-lo de perto — desta vez, fora do palco. “Sou mesmo fã. Vou aplaudir na primeira fila”, garantiu, deixando claro que mantém intacta a ligação emocional ao concurso que ajudou a marcar ao longo dos anos.
A decisão surge na sequência de mudanças internas na estação pública, com a nova direção da RTP a imprimir uma orientação diferente ao formato. Malato reconhece a legitimidade dessa escolha, apesar da inevitável nostalgia por não integrar a equipa desta edição. A sua relação com o Festival da Canção tem sido longa e marcada por entusiasmo, o que torna esta ausência particularmente simbólica para o apresentador e para os telespectadores habituados à sua presença.
Quanto à Eurovisão 2026, o futuro permanece em aberto. Malato admite que poderá acompanhar o certame europeu ao lado de Nuno Galopim, mas sublinha que tudo dependerá das decisões da RTP e do vencedor do festival nacional. A incerteza é ainda maior este ano, numa edição já envolta em polémica: 13 dos 16 intérpretes a concurso declararam não ter intenção de representar Portugal na final europeia caso vençam, um cenário que poderá influenciar as escolhas da estação pública.
Longe de se afastar da televisão, José Carlos Malato encontra-se atualmente concentrado num novo projeto que partilha com Vanessa Oliveira. Rebobinar Portugal combina nostalgia televisiva com linguagem digital contemporânea, sendo um formato pensado para múltiplas plataformas, incluindo redes sociais como o TikTok. O apresentador mostra-se entusiasmado com a receção do público e confirma que o programa já soma vários episódios e terá nova temporada.
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