Veja o que fez com que a ex-concorrente do BB 2024 ficasse revoltado…
Jacques Costa abordou recentemente um tópico sensível e significativo nas redes sociais, centrando-se no uso da palavra “nigga” e aproveitando um discurso de Inês Morais no “Big Brother” para esclarecer o seu ponto de vista.
Jacques explica: “Esta palavra, obviamente, é uma discussão no contexto americano, não pode ser usada por toda a gente, mesmo que apareçam músicas cantadas por pessoas negras.” Ele sublinha que o termo tem um histórico profundamente ofensivo, associado à escravatura e ao racismo: “A n-word, a palavra que esta pessoa disse no vídeo, era usada pelas pessoas que perpetuavam a escravatura, era usada como forma de insulto racista e era usada como forma de maltratar pessoas negras.”
Jacques continua explicando que, hoje em dia, a comunidade negra utiliza essa palavra como forma de empoderamento: “As pessoas negras, hoje em dia, usam essa palavra de forma a empoderar-se, tal como as pessoas LGBT usam a palavra ‘paneleiro’, e sim, eu posso dizê-la, porque eu já ouvi essa palavra muitas vezes, e como já ouvi essa palavra usada contra mim muitas vezes, eu posso usá-la de forma a empoderar-me…”
Ele também ressalta a importância do contexto e do respeito ao utilizar termos historicamente pejorativos: “Tal como não faz sentido uma pessoa hétero usar esta palavra, porque esta pessoa nunca sofreu com esta palavra, e esta pessoa, de alguma forma, tem que ter noção e respeito pelas pessoas que são ofendidas por esta palavra e que são maltratadas todos os dias com esta palavra.”
Jacques Costa, com esta mensagem, procura educar e sensibilizar o público sobre o impacto das palavras e a necessidade de empatia e respeito pelas experiências dos outros, especialmente em contextos marcados por discriminação e opressão históricas.
Veja o vídeo a seguir.






