Fogo deflagrou numa zona de mato com pinheiros e arbustos. Autoridades atuam para evitar propagação às zonas habitadas
Um incêndio florestal de grandes dimensões deflagrou esta quarta-feira, 18 de junho, no distrito de Castelo Branco, mobilizando mais de 80 operacionais, apoiados por sete meios aéreos e 24 viaturas terrestres. As chamas, que estão a consumir uma extensa área de mato composta por pinheiros e arbustos, obrigaram a uma resposta rápida das autoridades para conter o avanço do fogo.
O alerta foi dado no início da tarde, numa zona rural onde as condições meteorológicas — nomeadamente o calor intenso e o vento — têm dificultado o combate às chamas. Segundo fonte do Comando Sub-regional de Emergência e Proteção Civil da Beira Baixa, o incêndio está a ser combatido por corporações de bombeiros de vários concelhos da região.
De momento, não há habitações em risco nem registo de feridos, mas as autoridades continuam a monitorizar de perto a evolução do incêndio. O ponto crítico da operação prende-se com o acesso limitado a determinadas zonas do terreno e a necessidade de garantir que o fogo não se aproxima de povoações ou infraestruturas sensíveis.
Os meios aéreos — entre helicópteros e aviões bombardeiros — têm sido essenciais para apoiar as equipas no terreno, ajudando a conter o incêndio nas frentes mais ativas. A Proteção Civil mantém-se em alerta, sublinhando que as próximas horas serão decisivas para o controlo total do fogo.
Este episódio volta a acender os alarmes sobre o risco elevado de incêndios em Portugal, especialmente durante os meses de verão. As autoridades apelam à população para que evite comportamentos de risco, como queimas ou queimadas ilegais, e que colabore com as operações de socorro sempre que solicitado.






