Em publicação nas redes sociais, a ex-concorrente critica o tratamento mediático do caso, defende a denúncia de crimes sexuais e aponta falhas na partilha de provas entre autoridades.
O que disse Frederica Lima
Frederica Lima quebrou o silêncio após notícias sobre o arquivamento de uma queixa envolvendo Nuno Homem de Sá, seu ex-namorado. Numa publicação na sua conta de Instagram, a ex-concorrente começou por um apelo direto: “Tudo o que sejam crimes de pedofilia e crimes sexuais contra menores têm de ser denunciados. Denunciem, sem medo.”
A autora do texto criticou ainda o que considera ser tratamento “assente no mexerico” por parte da imprensa cor de rosa, pedindo “seriedade” e “responsabilidade” na cobertura do tema.
“A denúncia foi com o meu nome completo”
Frederica rejeitou a expressão “denúncia anónima” associada ao seu caso. “A denúncia que fiz foi com o meu nome completo, morada e contactos. Eu assumo o que vi e relatei, como era minha obrigação”, escreveu, sublinhando que voltaria a fazê-lo.
Frederica Lima revelou também também que a notícia do arquivamento “já era antiga” e que terá sido ela própria a partilhá-la com um jornalista “há longas semanas”, criticando o facto de o texto publicado não vir assinado.
Outras denúncias e críticas à partilha de informação
Na mesma publicação, Frederica sustentou que “existiam outras denúncias de crimes idênticos” envolvendo o mesmo visado. Segundo a sua versão, algumas terão ocorrido antes da sua participação e outras na mesma altura ou depois.
A ex-concorrente apontou ainda falhas na cooperação entre autoridades. Indicou que telemóveis e suportes informáticos apreendidos no âmbito de um processo de violência doméstica teriam permanecido na posse da GNR, sem acesso por parte da Polícia Judiciária. “A PJ, que é especialista nestas matérias, nunca chegou a aceder”, escreveu.
Posição final e apelo público
Frederica afirmou estar “tranquila” por ter “dito a verdade” e reiterou o apelo para que potenciais vítimas ou testemunhas reportem condutas criminosas às autoridades. “Disse a verdade como era meu dever e minha obrigação”, concluiu.






