Francisco Macau, empresário, personal trainer e ex-concorrente do Big Brother VIP, tornou público esta semana que tem sido alvo de tentativas de ataque à sua conta de Instagram — uma ferramenta central no seu trabalho digital…
Através de uma publicação nas redes sociais, Macau revelou estar a lidar com atos maliciosos que afetam diretamente a sua atividade profissional. “A minha conta está novamente a ser alvo de atos maliciosos e que me prejudicam”, escreveu, acrescentando que já se encontra a trabalhar com o apoio da Meta (empresa que detém o Instagram) e de um técnico independente certificado, que conseguiu identificar a origem dos acessos suspeitos e dos seguidores anómalos que têm surgido na sua conta.
Face à gravidade da situação, Francisco decidiu tomar medidas legais. “Hoje, com esta informação e em conjunto com a advogada que me representa, iremos comparecer junto da Unidade Nacional de Combate ao Cibercrime e à Criminalidade Tecnológica da Polícia Judiciária”, declarou.
Mais tarde, o empresário atualizou os seguidores com um vídeo publicado nas stories, onde explicou já ter estado nas instalações da Polícia Judiciária de Lisboa. “Acabei de sair da Polícia Judiciária de Lisboa, onde fui muito bem recebido. Mesmo que muitos achem que, porque estão atrás de um telemóvel ou de um computador, estão protegidos, isso não acontece. E hoje eu coloquei um ponto final nesta situação”, afirmou, com firmeza.
O também influenciador digital lançou um alerta aos que o seguem e a todos os que possam estar a passar por situações semelhantes:
“Chega! A partir de agora, entrego a pasta a quem de direito. Fui aconselhado pela minha advogada e as coisas vão tomar, agora, outro caminho e outro rumo. Por isso, para quem está a ver esta story, não tenham medo, não se assustem e não se atormentem, porque existem coisas que podem ser feitas com a ajuda certa e também com o aconselhamento certo. Acabou!”, concluiu.
Esta tomada de posição firme por parte de Francisco Macau é mais um sinal da crescente importância da cibersegurança na vida de figuras públicas e profissionais que dependem do digital. O caso serve também de alerta para a vulnerabilidade das redes sociais e a importância de recorrer a apoio técnico e jurídico especializado perante situações de ataque informático ou perturbação de identidade digital.
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