Filomena Cautela vive dias de grande entusiasmo enquanto se prepara para conduzir a 60.ª edição do Festival da Canção…
Em declarações à TV Guia, a apresentadora não escondeu a felicidade por fazer parte de um momento tão simbólico, que coincide também com os 69 anos da RTP.
“Estou muito, muito contente! É uma data redondinha, muito bonita. E também estou contente porque são os 69 anos da RTP, caramba! Quantas vezes na vida é que uma pessoa pode dizer que celebra o 69.º aniversário da empresa onde trabalha? Não é muito comum”, afirmou, com o humor que lhe é característico.
A ligação de Filomena Cautela ao Festival da Canção é antiga e carregada de significado. A comunicadora recorda que se estreou no certame em 2017, a apresentar a green room, precisamente no ano em que Salvador Sobral levou Portugal à vitória na Eurovisão. “Por isso é que dizia que sou um grande amuleto do Festival”, brincou, destacando o carinho especial que mantém por um projeto que considera “absolutamente incrível”.
Sobre o impacto que essa vitória teve na sua carreira, Filomena reconhece que marcou um ponto de viragem. “Foi bonito, foi fixe. Foi um espaço muito livre, deram-me muita liberdade para fazer aquilo que me apetecia. As pessoas foram todas ótimas. Senti que as pessoas do mundo da televisão olharam para mim de outra forma”, confessou, sublinhando, ainda assim, que nunca mudou a forma como encara o seu trabalho: “Fiz sempre o meu trabalho da mesma maneira”.
Sempre descontraída, a apresentadora aproveitou ainda a conversa para revelar algumas curiosidades inesperadas sobre si. Entre gargalhadas, admitiu: “Consigo pôr a minha língua ao contrário e acho que consigo dizer 20 palavras em meio segundo”, mostrando que o sentido de humor e a irreverência continuam a ser marcas registadas da sua personalidade.






