Alice Alves conduziu a emissão deste sábado, 31 de janeiro, do Diário da “1.ª Companhia”, da TVI, recebendo em estúdio o painel de comentadores composto por Marta Gil, Cândido Pereira e Inês Simões…
A análise arrancou com um momento protagonizado pelo instrutor Marques, que partilhou com os recrutas a sua visão sobre o sucesso no meio militar, sublinhando a importância da dedicação total, do foco e do treino intensivo como pilares fundamentais para a superação pessoal e profissional.
No entanto, a reação de Filipe Delgado ao discurso motivacional acabou por não agradar a todos. O recruta respondeu de forma descontraída, associando a postura do instrutor ao seu signo do zodíaco, o que motivou críticas contundentes por parte de Cândido Pereira.
O comentador elogiou o conteúdo da mensagem deixada pelo militar, mas lamentou que Filipe tenha reduzido uma verdadeira lição de vida a uma observação astrológica. “Este discurso do instrutor é um discurso que me diz algo. Eu gosto muito de pessoas que são um exemplo de superação”, começou por afirmar, explicando que o sucesso exige esforço extra e sacrifício. “A conclusão a que o Filipe chegou depois de um discurso destes: ‘Ah, deve ser leão’. Isto custa-me um bocadinho, porque é uma experiência em que eles têm que absorver ao máximo e podem tornar-se pessoas melhores”, criticou.
Cândido foi ainda mais longe, recordando um episódio anterior e concordando com críticas feitas por Rodrigo Castelhano, antigo recruta do formato. “Há momentos para tudo e o Filipe às vezes tinha dificuldade em mostrar quais são os momentos. E aqui foi um deles”, atirou.
Em defesa do cantor, Inês Simões tentou relativizar a situação, garantindo que o comentário não teve qualquer intenção negativa. Para a comentadora, Filipe tentou apenas identificar características de liderança associadas ao signo. “O leão é um signo muito trabalhador, empenhado e focado em atingir o máximo. Acho que ele tentou identificar isso, mas não foi por mal”, explicou.
A conversa mudou de tom quando Alice Alves questionou o painel sobre um possível clima de romance entre a recruta Soraia e o instrutor Marques. Inês Simões afastou de imediato essa hipótese, destacando antes o papel inspirador do militar. “Não senti nenhum cliquezinho. O que senti foi uma belíssima partilha com os recrutas. Quando não nos preparamos, preparamo-nos para falhar”, afirmou.
Já Marta Gil, fiel ao seu humor característico, brincou com a saída de Rodrigo Castelhano, que frustrou os comentadores mais atentos a possíveis romances. Apesar disso, divertiu-se com os comentários das concorrentes sobre o físico dos instrutores. “Estão fechadas há muito tempo, gostam de ver homens fardados e acham piada aos instrutores. É a chamada conversa de miúdas”, comentou, entre risos.
Para encerrar o tema, Inês Simões deixou no ar a sua aposta pessoal, afastando qualquer envolvimento com o instrutor Marques: “Se eu tivesse que apontar um interesse amoroso para a Soraia, não seria o Marques. Seria o Rodrigo.”






