Atriz reage às consequências da depressão que atingiu Portugal e deixa duras críticas à falta de apoio político e governamental
As consequências da tempestade Kristin, que atingiu várias zonas do território português na semana passada, continuam a gerar forte impacto emocional e social. Entre as figuras públicas que se pronunciaram está Fernanda Serrano, que recorreu às redes sociais para expressar a sua indignação e tristeza perante a situação vivida por milhares de pessoas afetadas pela depressão.
Numa publicação marcada por um tom sério e reflexivo, a atriz destacou que, apesar de as imagens da tempestade estarem a desaparecer dos noticiários, a realidade dos desalojados permanece dramática. “Enquanto as imagens da depressão Kristin não desaparecem dos noticiários, milhares de pessoas continuam sem casa, sem respostas e sem apoio real para além do apoio da população”, escreveu, sublinhando que a tragédia não termina com o fim da chuva.
Fernanda Serrano foi ainda mais longe nas críticas, apontando falhas claras ao nível das entidades responsáveis. “A tragédia continua todos os dias na vida dos desalojados, enfrentando o abandono, a lentidão e o silêncio de quem deveria proteger e agir”, afirmou, demonstrando preocupação com a falta de respostas estruturais e eficazes para quem perdeu tudo.
A atriz apontou diretamente a ausência de medidas concretas por parte do poder político e governamental: “Falta apoio político. Falta ação governamental. Falta humanidade nas decisões”. Para Fernanda Serrano, a reconstrução vai muito além da reposição de infraestruturas, defendendo que é essencial garantir dignidade, segurança e respeito às pessoas afetadas.
A publicação terminou com uma mensagem forte e apelativa à responsabilidade coletiva: “Que a memória seja curta para a tempestade mas longa para a responsabilidade”. As palavras da atriz foram amplamente partilhadas e comentadas, reacendendo o debate sobre o acompanhamento às vítimas de catástrofes naturais e a necessidade de respostas rápidas, humanas e eficazes por parte das autoridades.
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