Identidade trocada no ‘Big brother’ gera polémica e revolta a ex-namorado de Carolina Braga
O “Big Brother 2025” voltou a gerar polémica, desta vez por um gesto da produção que envolveu diretamente o ex-namorado de uma das concorrentes. Diogo Ramos, ex-companheiro de Carolina Braga, viu-se surpreendido ao saber que um ator entrou na casa mais vigiada do país, no passado dia 11, fingindo ser ele, sem qualquer autorização ou consentimento prévio. A cena foi transmitida em horário nobre e apanhou até o atual namorado de Carolina, Diogo Bordin, de surpresa.
Em declarações exclusivas à TV 7 Dias, Diogo Ramos revelou-se chocado com a situação. “Eu não vi, nem sequer estava a ver. Já não sigo o programa desde que a Carolina assumiu o relacionamento lá dentro”, explicou. Foi através dos pais que soube que o seu nome e identidade estavam a ser usados em direto pela produção do programa, sem qualquer aviso prévio. “Não estava à espera, lá está, também não dei autorização para usarem a minha identidade”, lamentou.
A entrada do falso “Diogo Ramos” teve como objetivo transmitir uma suposta mensagem de reconciliação ou contacto com Carolina, mas causou desconforto tanto entre os espectadores como dentro da própria casa. Diogo Bordin, que assistiu à cena em direto, demonstrou evidente desconforto e até alguma indignação com a “brincadeira”. A encenação não foi bem recebida pelo público, que rapidamente reagiu nas redes sociais, criticando a produção por ultrapassar limites éticos.
A irmã do verdadeiro Diogo Ramos também comentou a situação, reforçando a perplexidade da família perante o uso indevido da identidade do jovem. “Foi um desrespeito total. Não é aceitável brincar com a imagem de alguém assim, muito menos num programa com esta audiência”, disse. A polémica está agora a gerar discussão sobre os limites da televisão e do entretenimento em realities.
Diogo Ramos, apesar de afastado do programa, torna-se agora peça central num dos momentos mais controversos da atual edição, e garante que vai refletir sobre o que fazer a seguir. “É surreal. Dizerem que eu estive num sítio onde nunca pus os pés…”, remata.
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