Ana Martins quebra o silêncio sobre o processo movido por Inês contra o pai, Manuel Marques, e opta por resguardar a filha neste “momento de sofrimento”
A ex-mulher de Manuel Marques, Ana Martins, confirmou oficialmente que a filha mais velha do casal, Inês, de 18 anos, apresentou uma queixa por alegada violência doméstica contra o ator. A revelação foi feita durante o programa “Casa Feliz”, da SIC, que contactou diretamente a ex-companheira do artista.
Ana Martins afirmou tratar-se de “um momento bastante delicado e de bastante sofrimento”, razão pela qual opta por não prestar mais declarações públicas, considerando que “a melhor forma de proteger a filha é remeter-se ao silêncio”.
Acusação por agressões físicas e psicológicas
O caso foi também analisado no programa “Dois às 10”, da TVI, onde Cristina Ferreira revelou que Manuel Marques ainda não foi notificado oficialmente, mas está “em choque” com a situação. O ator, segundo a apresentadora, irá pronunciar-se mais tarde, depois de reunir com a sua advogada, uma vez que está “empenhado em compreender tudo com clareza antes de se pronunciar publicamente”.
Segundo apurou a TVI, a queixa está relacionada com um episódio em que a filha acusa o pai de a ter mordido num dedo. A jovem alega ainda ter sido alvo de pressão psicológica, embora Manuel Marques, segundo fontes próximas, encarasse os episódios como “brincadeiras”.
A denúncia foi formalizada no passado dia 21 de maio, na PSP de Cascais, onde Inês terá sido ouvida durante várias horas.
Relações familiares e contexto
Inês é filha de Manuel Marques e da atriz Ana Martins, com quem o ator manteve um relacionamento durante 15 anos, terminado há cerca de quatro anos. O ex-casal tem ainda uma filha mais nova, Elisa, de 9 anos.
A denúncia gerou grande atenção mediática, e vários comentadores e especialistas têm sido convidados para analisar o enquadramento legal do caso, incluindo Suzana Garcia, que recentemente destacou que, do ponto de vista jurídico, o caso poderá configurar um crime de ofensa à integridade física, e não violência doméstica, dado que pai e filha não coabitam.






