Estrelas do reality da TVI transformam popularidade em negócio e Eva destaca-se com valores surpreendentes no circuito noturno
O fenómeno da “Casa dos Segredos 10” continua a dar cartas fora da televisão e, desta vez, o impacto faz-se sentir nas discotecas. Segundo um exclusivo da TV 7 Dias, o triângulo formado por Ariana Miranda, Diogo Maia e Eva Pais tornou-se um dos mais procurados para presenças pagas em espaços noturnos, com valores que estão a surpreender o mercado e a gerar uma nova disputa fora da casa mais vigiada do país.
De acordo com as informações recolhidas, os três ex-concorrentes estão a ser contratados para sessões de duas horas em discotecas, onde a sua presença garante lotação e forte adesão do público. Contudo, há uma diferença significativa nos cachets: Eva Pais estará a ganhar mais do dobro do que Ariana Miranda e Diogo Maia, posicionando-se como a figura mais valorizada do trio neste momento. O sucesso cá fora reflete a forma como a vencedora conseguiu capitalizar a sua imagem após o programa da TVI.
O interesse dos espaços noturnos intensificou-se logo após a saída dos três do reality show, com várias discotecas a disputarem datas e aparições. Um dos primeiros casos aconteceu no Lareira Club, em Baião, onde o trio foi convidado a marcar presença numa noite que gerou enorme expectativa local. O proprietário, Dário, explicou à mesma publicação que aposta nestes nomes pela forte ligação emocional que criam com o público, sublinhando que “onde há polémica e histórias do programa, há público garantido”.
Ariana Miranda foi a primeira a subir ao palco nesse circuito de presenças, sendo descrita como simpática e acessível, apesar das críticas associadas ao seu percurso no programa. Ainda assim, nem tudo correu como planeado: a cobrança de uma entrada simbólica acabou por dividir opiniões e afastar parte do público local. Já Diogo Maia continua a tentar afirmar-se neste novo contexto mediático, enquanto Eva Pais se destaca claramente como o nome mais rentável do trio, reforçando uma tendência cada vez mais evidente: os reality shows já não terminam na televisão — começam a render é cá fora.






