A final do Festival da Eurovisão em Malmö, na Suécia, está envolta em polémica, com a delegação portuguesa a denunciar “assédio e perseguição” por parte de alguns elementos da delegação de Israel.
A RTP, a televisão pública portuguesa, avançou com a informação, revelando que “eventos de perseguição da delegação israelita, a membros da Grécia, Suíça, Irlanda e Países Baixos” ocorreram nos bastidores do evento. Na sequência destes incidentes, a RTP solicitou uma reunião de emergência à organização, a União Europeia de Radiodifusão (UER).
A UER confirmou ter recebido a denúncia e que a polícia sueca está a investigar um incidente envolvendo uma mulher da equipa de produção portuguesa, que terá ocorrido após a sua apresentação na semifinal de quinta-feira à noite.
A situação parece ter-se agravado no sábado, dia da final, com o cantor irlandês Bambie Thug a não participar no último ensaio por causa de um incidente que, segundo se especula, estará relacionado com as acusações portuguesas.
Nas redes sociais, Bambie Thug referiu que “ocorreu uma situação enquanto esperávamos para subir ao palco e participar no desfile de artistas, pelo que pedi a atenção urgente da UER. A UER levou este assunto a sério e discutimos que medidas tomar”.
A organização da Eurovisão ainda não se pronunciou oficialmente sobre as acusações, mas espera-se que o faça em breve.






