Irmã de Cristiano Ronaldo quebra o silêncio através do programa Passadeira Vermelha e acusa antigo agente de retaliação e dívidas de milhares de euros
Após as notícias de que estaria sob investigação do Ministério Público por alegada fraude fiscal, difamação e calúnia, Elma Aveiro reagiu em exclusivo através do programa “Passadeira Vermelha”, da SIC Caras. Na emissão desta quarta-feira, 17 de dezembro, a comentadora Sara Avelar revelou ter falado diretamente com a empresária madeirense, que se diz “completamente alheia” ao processo judicial.
De acordo com o relato de Sara Avelar, Elma Aveiro desconhecia a existência de qualquer inquérito até à saída das notícias e solicitou o envio das mesmas para que os seus advogados possam intervir. A irmã do craque português garante estar tranquila e aponta o dedo a um antigo colaborador.
Acusações contra antigo agente e queixa por dívidas
A defesa de Elma Aveiro assenta na tese de vingança por parte de um antigo agente com quem trabalhou no passado. Segundo a empresária, a relação profissional terminou devido a uma dívida avultada que este homem terá para com ela.
“Sabe que trabalhou em tempos com uma pessoa e que o trabalho não correu bem, e essa pessoa ficou-lhe a dever imenso dinheiro, estamos a falar mesmo de milhares de euros”, partilhou Sara Avelar, acrescentando que Elma descreve o indivíduo como “vigarista” e “maléfica”.
A empresária revelou ainda que já apresentou uma queixa contra este ex-agente há mais de um ano, mas que o tribunal ainda não avançou com o processo. Para Elma, esta denúncia de fraude fiscal é uma “retaliação” inventada por alguém que deixou de ter os benefícios que a proximidade com a família Aveiro proporcionava.
Mensagem direta: «Quem me dera vender camisolas»
Durante o programa, foi lida uma mensagem enviada pela própria Elma Aveiro, onde esta desvaloriza as acusações de venda de merchandising contrafeito, uma das suspeitas que recaía sobre si.
“Não sei do que é que falam… andou a inventar não sei o quê de umas camisolas. Não deem importância a gente do Diabo porque esse fulano é do pior que existe no mundo. Estou bem, estou tranquila e quem me dera vender camisolas, que assim ganhava dinheiro”, escreveu a empresária.
Elma Aveiro reforçou o aviso para que a comunicação social tenha cuidado com as fontes que utiliza, apelidando o denunciante de “pessoa do pior que existe no mundo” e reiterando que a sua consciência está limpa face às suspeitas levantadas.






