Quase um mês após o desaparecimento e morte de Maria Custódia Amaral, começam a ser conhecidos novos pormenores sobre o que terá acontecido naquela segunda-feira trágica de janeiro…
Depois de ter sido tornada pública a identidade do alegado homicida, surgem agora informações sobre as últimas horas de vida da agente imobiliária, filha de Delfina Cruz.
O suspeito, José Pedro Sobreiro Branco, terá desenvolvido uma obsessão pela mediadora, com quem teria mantido um envolvimento meses antes. Segundo informações avançadas, os dois reencontraram-se a 19 de janeiro, alegadamente para tratar de uma angariação imobiliária relacionada com Maria Amaral.
Contudo, de acordo com a revista TV Guia, o homem — cerca de vinte anos mais novo do que a vítima — terá tentado reacender a relação. O próprio afirma que o que aconteceu a seguir terá sido um “acidente” fatal no interior da habitação.
As autoridades, no entanto, não se mostram convencidas com esta versão dos acontecimentos e apontam para a possibilidade de se tratar de um homicídio premeditado. A investigação continua em curso para apurar as circunstâncias exatas da morte e determinar responsabilidades.
O caso tem gerado forte comoção pública, à medida que novos detalhes vêm a público sobre o alegado motivo e a relação entre vítima e suspeito.






