Veterano dos reality shows destaca a importância da jornalista no jogo e espera que encontre forças para continuar no Quartel de Bucelas
Sara Santos deixou os fãs da “1.ª Companhia” em alerta na manhã desta sexta-feira, 16 de janeiro, ao confessar aos colegas recrutas que está a ponderar seriamente desistir do reality show da TVI. Visivelmente abalada, em lágrimas e num momento de grande fragilidade emocional, a jornalista admitiu sentir-se esgotada, tanto a nível físico como psicológico, fruto da exigente rotina vivida no quartel.
O desgaste provocado pelos treinos intensos, pela disciplina rigorosa e pela constante pressão emocional parece estar a pesar cada vez mais sobre a concorrente. A própria Sara Santos não escondeu as dúvidas quanto à continuidade no Quartel de Bucelas, questionando se vale a pena prosseguir num ambiente tão exigente, longe do conforto e da estabilidade emocional.
Cá fora, as reações não tardaram. Bruno Savate, veterano dos reality shows e seguidor atento desta edição da “1.ª Companhia”, reagiu publicamente à ameaça de desistência e fez questão de sublinhar a relevância de Sara Santos no jogo. O comentador mostrou-se esperançoso de que a concorrente consiga encontrar forças para continuar, reconhecendo o impacto positivo que tem dentro da casa.
“A Sara traz uma leveza diferente ao jogo, aquele humor espontâneo, nada forçado, que faz falta numa casa onde muitas vezes o ambiente fica pesado”, afirmou Bruno Savate. O veterano comparou ainda a jornalista a Filipe Delgado, destacando que ambos conseguem criar momentos marcantes e genuínos. “Tal como o Filipe, consegue criar momentos que ficam, daqueles que o público comenta e recorda”, acrescentou.
Savate não escondeu que seria uma grande perda para o programa caso Sara Santos optasse pela desistência. “Seria mesmo uma pena desistir agora, sobretudo quando está a marcar a diferença numa realidade nova para todos”, referiu, rematando com uma mensagem de esperança: “Esperemos que ela ganhe força, perceba o impacto positivo que tem cá fora e siga em frente. Concorrentes assim fazem falta.”
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