A socialite norte-americana de 96 anos fala abertamente sobre o conflito judicial entre o marido e o filho
Aos 96 anos, Betty Grafstein volta a ser protagonista de um dos episódios mais marcantes da sua vida pessoal. A socialite, que se encontra em recuperação numa unidade de cuidados continuados em Nova Iorque, falou pela primeira vez sobre a guerra judicial entre o seu ainda marido, José Castelo Branco, e o filho, Roger Basile. Em conversa telefónica com o fotógrafo e amigo de longa data Abel Dias, a milionária norte-americana não escondeu a surpresa e a tristeza com a situação que envolve a disputa pelo apartamento onde vivia com o marchand d’art.
Apesar de se encontrar na mesma cidade que José Castelo Branco, por decisão judicial, este está impedido de se aproximar de Betty. A socialite revelou que sabe da presença do ex-companheiro em Nova Iorque, mas garante que está tranquila: “Eu sei que ele está em Nova Iorque, mas não estou preocupada. Estou em boas mãos.” Betty destacou o apoio constante do filho e de amigos próximos, reforçando o quanto se sente amparada neste momento delicado.
Relativamente ao processo judicial movido entre Castelo Branco e o seu filho, a socialite não escondeu o impacto emocional: “Foi um choque.” A revelação da disputa legal, que envolve questões patrimoniais relacionadas com o apartamento onde Betty vivia, surpreendeu a própria e abalou-a, sobretudo numa fase da vida em que a sua saúde exige estabilidade emocional. A socialite já não tem o estilo de vida ativo de outros tempos, mas mantém a lucidez e a vontade de se fazer ouvir.
Mesmo perante a turbulência que tem marcado os últimos meses, Betty Grafstein não esquece o país que a acolheu e onde viveu momentos marcantes ao lado de José Castelo Branco. “Eu amo Portugal, sempre amei. Quero que saibam que adoro todos e sempre terei um lugar especial no meu coração”, disse com emoção. A socialite mostrou ainda esperança em viver dias mais tranquilos: “Infelizmente, cheguei a esta situação, mas espero que os meus últimos dias sejam melhores.”
A terminar a conversa com Abel Dias, Betty deixou uma mensagem comovente ao amigo e, por extensão, a todos os portugueses que a apoiam: “Quero que saibas o quanto me fazes feliz, o quanto te adoro.” Um desabafo sincero que revela não só a fragilidade do momento, mas também a força de uma mulher que, apesar de tudo, mantém a dignidade e o afeto pelo país que sempre a recebeu de braços abertos.






