António Leal e Silva falou sobre a exposição pública e a forma como encara as críticas
António Leal e Silva não pretende ser consensual e falou sobre a forma como é visto pelo público.
Há quem o considere divertido, frontal e irreverente, enquanto outros o classificam como “elitista, snob ou até cruel”. António Leal e Silva afirmou que essas críticas não o incomodam particularmente.
Sobre o impacto das críticas nas suas opiniões, explicou: “O que me interessa é ser coerente. Posso enganar-me, posso rever uma opinião, mas nunca digo uma coisa apenas para agradar ou porque fica bem”.
António Leal e Silva fala do percurso até à televisão
António Leal e Silva ganhou visibilidade através das redes sociais antes de chegar à televisão. Começou na CMTV, passou pela SIC Caras e está há dois anos ligado ao universo TVI, primeiro no V+ e, atualmente, também na TVI aos domingos.
Apesar da maior notoriedade, António Leal e Silva explicou que já convivia com pessoas conhecidas antes de chegar à televisão.
“Passei a ser conhecido em todo o País. Mas, curiosamente, a minha vida nunca esteve muito longe das pessoas conhecidas. Sempre vivi rodeado desse meio. Ia a eventos, aparecia em revistas, conhecia muita gente. A televisão apenas ampliou uma realidade que já existia”, contou.
O percurso nas redes sociais também não resultou de uma estratégia definida.
“Nunca pensei construir uma personagem. Um dia comecei simplesmente a comentar aquilo que via na televisão. Dizia exatamente o que pensava, sem filtros. As pessoas identificaram-se com essa frontalidade e, quando dei por mim, tinha uma comunidade enorme a acompanhar-me”, explicou.
“As pessoas confundem muitas vezes frontalidade com arrogância”
Questionado sobre a vontade de ser consensual, António Leal e Silva respondeu: “Nem quero. Se dissesse aquilo que toda a gente quer ouvir, deixava imediatamente de ser eu”.
Perante as classificações de “elitista, snob ou até cruel”, o comentador acrescentou: “Acho que as pessoas confundem muitas vezes frontalidade com arrogância. Eu digo aquilo que penso. Não insulto ninguém nem procuro destruir pessoas. Tenho opinião. E, hoje em dia, parece que ter opinião já é suficiente para criar anticorpos”.






