Cantora do Big Brother Verão relembra casamento traumático com o craque do futsal e conta como Diogo mudou a sua vida após divórcio litigioso
Ana Duarte, de 38 anos, emocionou-se ao partilhar no Big Brother Verão um dos momentos mais marcantes da sua vida pessoal. Conhecida não só pela carreira musical, mas também pela relação passada com o jogador de futsal Ricardinho, a cantora revelou, pela primeira vez em televisão, quem foi o homem que a fez sentir-se verdadeiramente amada — e garantiu que não foi o ex-marido.
Durante a conversa, Ana Duarte recordou os traumas que carrega do casamento com o internacional português, descrevendo-o como “um período de dor e destruição pessoal”. Casou-se aos 23 anos e foi mãe ainda jovem, mas o relacionamento rapidamente se deteriorou, marcado por desentendimentos e por um divórcio litigioso. “Ouvia constantemente que ninguém ia querer ficar comigo por ter uma filha. Isso mexeu muito com a minha autoestima”, admitiu.
A artista explicou que a instabilidade profissional de Ricardinho, que implicou várias deslocações internacionais — nomeadamente para o Japão e Rússia —, não só afetou a vida familiar, como a obrigou a travar a sua própria carreira. Esse afastamento, aliado às dificuldades emocionais, deixou-a com uma sensação de vazio e de perda de identidade. “Não me sentia mulher… era como se fosse um zero à esquerda”, confessou.
Foi nesse contexto que Diogo entrou na sua vida. Segundo Ana, ele foi o verdadeiro ponto de viragem após o fim do casamento. “Quando o Diogo apareceu, cuidou de mim e da minha filha. Foi a primeira vez que senti amor verdadeiro e cuidado genuíno. Durante dez anos foi assim. Com ele senti-me valorizada e protegida”, disse, visivelmente comovida.
Este testemunho não só revela a vulnerabilidade de Ana Duarte, mas também mostra como a sua história é de superação e renascimento emocional. A cantora, que continua a marcar presença no Big Brother Verão, deixa no ar uma mensagem sobre a importância do afeto e do respeito em qualquer relação, reforçando que, mesmo depois de traumas profundos, é possível voltar a acreditar no amor.






