Ex-concorrente de ‘Casados à primeira vista’ volta a expor comportamentos do ex-marido e acusa-o de falta de empatia e manipulação
Ana Águas, uma das participantes mais marcantes da primeira edição do reality show ‘Casados à Primeira Vista’, voltou a estar no centro das atenções após fazer duras declarações sobre o seu ex-marido, Hugo Oliveira. Sete anos após o casamento televisivo, a terapeuta não poupou críticas à nova participação de Hugo no programa, agora com uma nova parceira, Raquel. Durante uma análise no programa ‘Casa Feliz’, da SIC, Ana foi clara ao classificar o comportamento de Hugo como “manipulador” e “narcisista”.
Com base nas imagens da atual edição do programa, Ana confessou reconhecer padrões de atitude já vividos por ela durante o casamento com Hugo. “Reconheço o padrão que ele usa, que ele tem”, começou por dizer, lamentando que o ex-companheiro não tenha evoluído emocionalmente ao longo dos anos. “Eu tinha esperança que ele em sete anos tivesse mudado, porque acredito que podemos crescer como pessoas, se realmente quisermos”, afirmou com sinceridade.
Entre as principais críticas, Ana destaca o egocentrismo e a ausência de empatia como traços predominantes em Hugo Oliveira. “Ele continua a ter um traço muito narcisista, que é ‘sou eu, eu é que sei, olhem para mim’…”, explicou. Mais ainda, apontou uma grande incapacidade de escuta emocional como obstáculo grave em qualquer relacionamento. “Ele não sabe escutar o outro, ouvir o que o outro sente, o que é que a Raquel quer, se ela está bem”, destacou Ana, em tom de alerta.
A terapeuta não hesitou em acusar o ex-marido de jogos emocionais e manipulação, especialmente por demonstrar interesse noutras mulheres perante a parceira atual. “Ele quer mostrar: ‘olha, estou a olhar para outras mulheres, vês?’”, disse, considerando o comportamento uma forma de desestabilizar Raquel. “Claro que a Raquel se sente mal… tu estás a elogiar outras mulheres em vez de elogiar quem está ao teu lado”, sublinhou.
Ana concluiu com uma reflexão sobre os impactos psicológicos deste tipo de convivência: “Passar tempo com uma pessoa com aquele traço é difícil. E acaba por nos derrubar psicologicamente, se nós não tivermos um apoio externo”. As suas palavras refletem uma experiência vivida, agora transformada em alerta público para os perigos de relações marcadas por egocentrismo e manipulação emocional.






