Declarações públicas sobre vídeo polémico levantam críticas e defesa veemente do estado de saúde mental da joalheira norte-americana
O caso de Betty Grafstein voltou a dominar as atenções mediáticas após declarações consideradas “chocantes” nas redes sociais e em programas televisivos. A polémica intensificou-se na sequência de um vídeo onde a joalheira norte-americana, de 95 anos, acusa o marido, José Castelo Branco, de alegados episódios de violência doméstica. A autenticidade do vídeo foi posta em causa por alguns comentadores, que sugeriram que poderia ter sido manipulado digitalmente – algo que o advogado de Betty desmentiu categoricamente.
Alexandre Guerreiro, advogado da socialite, reagiu durante o programa Passadeira Vermelha, da SIC Caras, condenando as tentativas de descredibilizar a sua cliente. “Tenho assistido a algumas declarações que são chocantes e que colocam em causa a dignidade da senhora Betty. Sugerem que o vídeo terá sido manipulado através de inteligência artificial. Estes comentários tentam ridicularizar a dignidade da senhora Betty”, afirmou o advogado com firmeza.
Guerreiro foi ainda mais longe, partilhando detalhes da sua recente visita à cliente: “Há instantes, tive oportunidade de reunir uma vez mais com ela. É uma senhora que me faz rir bastante, posso assegurar que está lúcida.” O advogado frisou que Betty continua mentalmente ativa e consciente de tudo o que se passa, apesar da sua avançada idade. “As pessoas não conhecem o dia a dia da senhora Betty, não têm o direito de dizer que o vídeo foi editado ou que tem alguma artificialidade”, sublinhou.
Durante o painel do programa, a comentadora Catarina Miranda não escondeu a sua indignação com a forma como o caso tem sido tratado: “Eu fico chocada por se desvalorizar a vítima. Cada vez questiono mais a justiça, isto está a prolongar-se. Porque é que o divórcio não se acelerou? Não podemos esquecer o que está aqui em causa, que é a violência doméstica.”
O caso continua a gerar grande comoção pública, com os telespectadores e seguidores a dividirem-se entre o apoio incondicional a Betty Grafstein e a dúvida sem fundamento quanto à veracidade das suas palavras. Aguardam-se novos desenvolvimentos, enquanto a justiça portuguesa continua a acompanhar o processo de separação e as queixas de maus-tratos.






