Estreada a 8 de setembro de 2002 na RTP1, A Minha Sogra é uma Bruxa rapidamente se tornou numa das séries de comédia mais populares da televisão portuguesa…
Criada por Henrique Oliveira e produzida pela HOP!, a produção teve duas temporadas, num total de 52 episódios, e terminou a 4 de março de 2006.
A trama gira em torno da relação conturbada entre Alberto e a sua sogra, Elvira. O que o genro desconhece é que a mulher que tanto o atormenta é, na realidade, uma bruxa. Casado com Amanda — filha de Elvira e ex-feiticeira que perdeu os poderes ao casar-se com um “muggle” — Alberto tenta levar uma vida normal ao lado da esposa e dos filhos, Magda e Edgar. Porém, ambos herdaram os dons mágicos da mãe e da avó, o que dá origem a inúmeras situações de comédia.
Elvira, insatisfeita com a escolha amorosa da filha, trama constantemente para separar Amanda de Alberto e juntá-la a Horácio, filho de um poderoso Bruxo-Mestre, acreditando que assim a filha poderia recuperar os poderes e viver rodeada de luxo. Mas os netos, cúmplices do pai, usam a magia para impedir que os planos da avó se concretizem.
A série também explorava os dilemas do quotidiano, como as tensões no trabalho de Alberto, chefe de produção numa empresa televisiva que era constantemente pressionado pela diretora, Bárbara Braga. A rivalidade entre Elvira e o genro ganhava ainda mais vida com as intromissões dos vizinhos, Rosana e Acácio, que, entre bisbilhotices e desconfianças, adicionavam mais humor às histórias.
“A Minha Sogra é uma Bruxa” marcou a televisão portuguesa ao trazer uma comédia familiar com toques de fantasia, explorando de forma leve e divertida temas universais como os conflitos entre sogras e genros, a importância da união familiar e o poder das diferenças.
Entre nesta viagem connosco e recorde um episódio deste sitcom de sucesso.






