Cachês considerados baixos explicam recusas de várias figuras públicas
A “1ª Companhia”, novo reality show da TVI, estreou no passado dia 1 de janeiro e já está a gerar polémica fora do ecrã. O formato, que junta várias figuras públicas num ambiente de inspiração militar, surge como aposta da estação de Queluz para preencher a grelha de programação antes da estreia da 10.ª edição do “Secret Story”. No entanto, os valores pagos aos concorrentes estão a dar que falar.
De acordo com informações avançadas, os chamados “famosos” que aceitaram o desafio estão a receber um cachê considerado baixo para os padrões televisivos. Os valores rondam, em média, mil euros, o que surpreendeu muitos espectadores habituados a números mais elevados em reality shows do género.
Segundo uma fonte ligada à Endemol, produtora do programa, a maior parte dos concorrentes recebe esse valor por semana, embora exista alguma margem para ajustes. “Consoante a popularidade de cada um, pode haver cachês ligeiramente mais altos”, revelou a mesma fonte, sublinhando, ainda assim, que o orçamento do formato é bastante limitado.
A produção admite que não há grande margem de manobra financeira, esclarecendo que, caso existam exceções, estas serão residuais. “Se algum concorrente ganhar mais, será um ou dois no máximo”, explicou a fonte, acrescentando que a aposta da TVI passa mais pelo conceito do programa do que pelo investimento em grandes nomes.
Este fator financeiro acabou por ter consequências diretas no casting. Várias figuras públicas terão recusado o convite para integrar a “1ª Companhia”, precisamente devido ao valor oferecido. Ainda assim, o reality show promete desafios intensos, exposição mediática e a possibilidade de relançar carreiras, o que levou alguns famosos a aceitar o desafio, mesmo com um cachê abaixo do esperado.






